Dicas e Cuidados
Postado em: 29/03/2013 ās 13h05
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Dogue de bordeaux


 

Dogue de bordeaux

Existem diversos padrões da raça, alguns bem semelhantes outros nem tantos.

Como também existem várias histórias de como a raça começou, aqui poderá ver cada padrão e cada história da raça Dogue de Bordeaux.

HISTÓRIA

O Dogue de Bordeaux é uma das mais antigas raças francês. Suas verdadeiras origens são obscuras, mas provavelmente é descendente de uma das cepas de Mastiff-tipo cães que acompanhavam macedônio e exércitos romanos através da Ásia, Europa e Grã-Bretanha. Um escritor do século 14 descrevendo a Veutreres Alaunt, um provável ancestral do Dogue de Bordeaux, escreveu que este cão “mantém sua mordida mais forte do que três cães de vista.” Até meados do século 19, o Dogue de Bordeaux era pouco conhecido fora da Aquitaine onde era usado para caçar animais de grande porte, como o javali, a luta, a guarda de casas e gado, e ao serviço dos açougueiros. O Dogue de Bordeaux foi inscrito sob o seu nome actual em que o cão primeiro show realizado na França em 1863. A raça, faltou pouco extinção durante as duas guerras mundiais, mas gozava de um ressurgimento em 1960. Algures no início dos anos 1980, o primeiro Dogue de Bordeaux foi importado para os Estados Unidos. A raça é usada hoje quase exclusivamente como um familiar acompanhante e guardião da casa.

DOGUE DE BORDEAUX

723 registros em cinco anos

Com uma das mais expressivas cabeças da espécie canina, este molosso de origem francesa é ainda pouco conhecido por aqui.
“É comum sair com os meus Dogues de Bordeaux para passear e ouvir que são Pit Bulls maravilhosos, Shar Peis muito grandes ou Boxers diferentes!” brinca Cristina Arantes (veja qualificação dos entrevistados no quadro Consultores)
Relativamente nova no país, a raça teve a primeira ninhada brasileira registrada em 1995. Desde lá, o crescimento foi significativo. A criação já se estende por nove Estados e vem aumentando a olhos vistos: nos últimos cinco anos a quantidade de filhotes registrados duplicou (veja gráficos) .
Grande parte do sucesso do Dogue de Bordeaux vem da aparência de poucos amigos — cara de mau em físico que impõe respeito – em contraste com a docilidade com as pessoas da família e o inabalável amor pelo dono. O responsável pela cara nada amigável é um acentuado prognatismo (dentes da frente da arcada inferior que se fecham adiante dos da superior).

Desde muito jovem o Dogue de Bordeaux faz vigilância, revelando grande instinto protetor. Ele mantém a valentia de seus ancestrais que, séculos atrás, lidavam com gado, lutavam contra touros em arenas e caçavam ursos, mas tem o temperamento muito amenizado.
“A versão moderna da raça se caracteriza por ser equilibrada, sensível e com uma capacidade incrível para estar com as crianças”, diz Andrea Soares. “É um cão que se porta como um gigante equilibrado, muito seguro de si mesmo e que diante de estranhos se mostra desconfiado mas tranqüilo, entrando em brigas apenas se for ameaçado ou se a vida dos entes queridos correr perigo.”
Nos Estados Unidos, a raça pode ser registrada desde 1996 no AKC’S Foundation Stock Service (FSS), do American Kennel Club (AKC), um serviço para raças que pleiteiam reconhecimento. Em janeiro de 2004, o Dogue de Bordeaux foi incluído pela FSS na categoria AKC Companion Events , concedida a raças em situação promissora. Um dos prérequisitos, por exemplo, é haver clubes especializados em pelo menos 20 Estados. Alguns canis norte-americanos têm registrado Dogues de Bordeaux excepcionais no México ou em países ligados à Federação Cinológica Internacional, entidade que reconhece a raça desde 1954.

O maior pólo de criação do Dogue de Bordeaux é a França, seu país de origem. Lá receberam pedigree 841 filhotes em 2003, o que posicionou a raça no 49º lugar em registros, entre 273 raças.
Na França, um teste de aptidões naturais é realizado pela Société des Amateurs de Dogues de Bordeaux (SADB —www.sadb.org), entidade com 650 sócios contribuintes.
São duas provas para exemplares com 8 a 36 meses de idade. Uma avalia o caráter (instinto de guarda e de defesa, coragem, estabilidade emocional e sociabilidade) e a outra verifica se o cão está saudável quanto à movimentação e à resistência, em percurso de aproximadamente 200 metros (o dinamismo no trote e galope indica a situação da ossatura e das articulações e a respiração indica a capacidade respiratória e freqüência cardíaca). “
O cão excessivamente cansado, que respira com chiados, é fortemente penalizado”, diz Christian Porries, responsável pelo teste na SADB.
“Dos cerca de 1.600 Dogues de Bordeaux testados desde o início em 1984, 29,4% obtiveram qualificação excelente, 46,2% aceitável e 24,4% não foram aprovados”, informa.

O amadurecimento do Bordeaux é lento. A massa muscular se completa somente aos três anos de idade.
“Para o crescimento ser o mais sadio possível, se o filhote estiver em local sem estímulos para se exercitar, convém motivá-lo com brincadeiras — na juventude a raça é bem mais ativa do que quando adulta”, comenta Fábio Marcondes.
“Para exercitar o Dogue de Bordeaux adulto, é suficiente deixá-lo solto num quintal ou, se ele viver dentro de casa, caminhar com ele respeitando sempre a capacidade física, que pode ser bem baixa se não tiver condicionamento”, comenta Cristina. “É um cão pesado, com cânulas nasais curtas, o que o torna sensível ao calor intenso e exercício puxado”.
O Dogue de Bordeaux não é fujão e seus latidos só são ouvidos ocasionalmente, diante de situações especiais, como quando alguém mexe no portão.
A cor da raça é fulva (amarelo tostado), podendo variar da tonalidade acaju (castanho-avermelhado, semelhante à cor do mogno) até a isabela (entre branco e amarelo), menos apreciada. Manchas brancas podem ocorrer no peito e nas patas, desde que sejam pouco extensas. Alguns exemplares têm máscara, a qual pode ser vermelha ou preta (essa última é mais rara).

FICHA DA RAÇA
Outros nomes: Mastim de Bordeaux, French Mastiff e Dogue de Bordéus.
Classificação CBKC/FCI: Grupo 2, Pinscher e Schnauzer, Molossóides, Boiadeiros e Montanheses Suíços e raças assemelhadas; seção Molossóides.
Usos: no passado caçou animais de grande porte, foi boiadeiro e cão de combate, enfrentando cães, lobos e ursos. Atualmente faz guarda, defesa e companhia.
Porte: altura da cernelha — 60 a 68 centímetros (machos e fêmeas). Peso — machos: mínimo de 50 quilos; fêmeas: mínimo de 45 quilos .
Pelagem: curta, fina e de textura macia.
Ambiente ideal: externo ou interno.
Exercício: ficar solto no quintal ou caminhar 40 minutos por dia.

Fonte: wwww.petbrazil.com.br

DOGUE DE BORDEAUX
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

  • Dog de Bordeaux ou Dogue de Bordéus
  • País de origem: França
  • Padrão: FCI
  • Grupo: 2
  • Seção: 2
  • Molossóides tipo dogue

O dogue de Bordeaux (ou Bordéus) é um molosso de origem francesa muito utilizado como cão de guarda.

Existem várias hipóteses sobre a origem desse raça; alguns afirmam eles são descendentes dos alanos, antigos molossos de origem indo-européia, já para outros especialistas essa raça nada mais é do que o resultado do cruzamento de mastifes com buldogues ingleses.
Considerando que o cruzamento de mastifes com buldogues produz outra raça, o bulmastife, a hipótese mais provável é a de que o dogue de Bordeaux seja descendente de uma das linhagens do Alaunt, o Alaunt Veutrerer. No século XII, em 1151, Henrique II da Inglaterra se casou com Eleanor de Aquitânia, da região de Bordeaux – sul da França – e toda a corte britânica se mudou para esta região levando todos seus cães de caça. Esta região permaneceu sob domínio britânico até 1411. Durante 260 anos estes cães habitaram, caçaram e se espalharam no sul da França.
As três linhagens de Alaunt (Alaunt Gentil, Alaunt Veutrerer e o Alaunt of the Butcher) eram usadas nas caçadas de javalis, ursos e outros grandes animais.

Como consta no livro Livre de la Chasse (“Livro da Caça”), escrito em meados do século XIV por Gaston Phoebus, Conde de Fois, que viveu no sul da França e conheceu profundamente estes cães, eles tinham a cabeça grande, cana nasal larga e curta, lábios pendentes, e eram extremamente agressivos. Características morfológicas típicas do dogue de Bordeaux.
Este livro pode ser encontrado em inglês, traduzido entre 1406 e 1413 por Edward of Norwich, II Duque de York, e intitulado The Master of Game. Edward era o encarregado de organizar as caçadas no reinado do rei Henrique IV.

Características e Aparência

É um cão de grande porte, seu tamanho varia de 59 a 69 centímetros e o peso de 45 a 75 quilos, sendo as fêmeas um pouco menores e mais leves.De aparência imponente, sua pelagem é fina, curta e suave, e podem ser das cores isabel beirando o creme assim como o vermelho intenso o mogno.
O dogue de Bordeaux vive em média 10 anos.
O Dogue de Bordeaux é um cão de guarda, de grande porte, musculoso e imponente. Atento, corajoso, rápido no agir, não necessita ser adestrado para essa finalidade.
Além de ser um excelente guardião de casas, é amoroso e apegado à família necessitando ficar em contato permanente com os seus donos e familiares.
O seu aspecto realmente impressiona. Tem uma das mais volumosas cabeças da espécie canina. Além do corpo forte, pesado, possui a pele solta proporcionando rugas abundantes.
Nas situações de perigo ele não late. Simplesmente age. Não demonstra qualquer reação diante de estranhos. Não rosna e nem faz festa. Em caso de ameaça, avança direto, sem avisar. A fama de agressivo, vinda do seu passado de lutador, pode surpreender quem o vê calmo e equilibrado.

Seu pêlo fino, curto e suave pode ter cores como mogno, dourado, castanho, amarelado e preto manchado em tons fortes como vermelho. A mancha preta ou vermelha é desejável. A sua altura varia de 58,5 a 66 cm e pesa de 45 a 50 kg.
É um cão tranqüilo e dócil que gosta de estar com as crianças. Porém, sabe se impor. De personalidade forte, não se submete facilmente e não fica pedindo atenção e carinho, apesar de adorar seus proprietários. Caso se sinta desafiado, ataca os outros cães.
Origem e História
Originário de Bordeaux, região ao sudoeste da França, não há registros seguros sobre seus antepassados mais próximos. Alguns acreditam ser proveniente dos cruzamentos entre Mastifes e Buldogues Ingleses. Outros sustentam que descende do Dogue de Burgos ou do Mastim do Tibet. Acredita-se que seus ancestrais mais antigos sejam cães molossos vindos da Índia e China há três mil anos, introduzidos gradativamente na Europa.
Foi apresentado pela primeira vez em uma exposição canina em 1863, em Paris, e seu padrão foi proposto no livro “Le Dogue de Bordeaux”, lançado em 1893 pelo francês Pierre Megnin. Hoje a raça encontra-se principalmente na Europa e América do Norte e é reconhecida exclusivamente pela FCI – Federação Cinológica Internacional.
Ao redor de 1860 tornou-se uma atração em brigas com cães ou outros animais, como lobos, que ocorriam praticamente em todos os bairros de Paris. Esses combates cruéis só costumavam terminar quando um dos participantes morresse, em geral o adversário do Dogue de Bordeaux. Lutava também contra ursos com focinheiras, e, na maioria das vezes, conseguia imobilizá-los por uma das orelhas.
Com a proibição das lutas, a criação do Dogue de Bordeaux declinou e quase desapareceu, reiniciando nas últimas décadas uma lenta, mas constante expansão.



 
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